
Jogo monótono, mas cumprimos. Não foi uma exibição de encher o olho, nem uma exibição para esquecer. A tranquilidade chegou no final da primeira parte com o golo de Raul Meireles. A verdade é que o FCP pressionou no meio campo adversário desde o início. Mas outra coisa não seria de esperar uma vez que a equipa da Oliveirense não apresentava qualidade técnica para contrariar o favoristismo incial do FCP. Mas taça é taça e sempre se esperam surpresas. Jesualdo Ferreira não foi em cantigas e apresentou o seu melhor onze se exceptuarmos o ponta de lança. E por falar em ponta de lança, estreou-se Orlando Sá após um longo calvário. E foi uma estreia sem chama culminada com um penalti falhado, onde demonstrou todo o nervosismo que apresentou durante todo o jogo.
Apenas mais algumas observações. Em primeiro lugar, convém referir que os centrais do FCP têm demonstrado uma grande capacidade nos lances ofensivos de bola parada. Quer Bruno Alves pela sua capacidade de impulsão e Rolando pelo seu sentido de oportunidade. Em segundo lugar de destacar a pressão alta de Raul Meireles e Belluschi. É óbvio que o adverário não é o elhor teste e a verdade é que Belluschi fez imensos turn-overs.
Os mais realistas dirão. Ganhamos e é o que interessa. Ora eu enquadro-me nesta filosofia. Ganhar é o mais importante. As exibições de encher o olho virão com o tempo e sobretudo com a tranquilidade. Ora a tranquilidade só aparece em situações em que estamos confortáveis na tabela classificativa. Como não é o caso, não podemos esperar muito mais. Podemos esperar só mais um bocadinho. E esse bocadino... assim provalvemente pode fazer a diferença.
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