
Jogamos ontem. Contra a Académica, equipa treinada pelo novo Mourinho (deverá ser o quadragésimo quinto Mourinho, desde que a versão original se ausentou do país por razões profissionais). Primeira parte dominada pela Académica que rematou mais e teve mais posse de bola. A segunda parte foi diferente. Jesualdo efectuou alterações e a equipa cresceu. O relvado não ajudou e a equipa da Académica quebrou fisicamente.
Nada de relevante a assinalar. Jogaram as segundas linhas. Ou terceiras, se incluirmos os juniores. Os centrais estiveram bem, com especial destaque para Nuno André Coelho. Não é exuberante e também não fez nada de espcial nem salvou nenhum lance crítico. Mas nota-se que tem qualidade. Só um teste a sério poderá provar as suas qualidades. No centro do terreno Prediguer sobressaiu, porque saiu. Ainda antes do jogo terminar. Não conseguiu fazer um jogo completo. Enfim, sem muitos comentários. A verdade é que Tomás Costa sabe desempenhar a função de médio defensivo. Já o tinha provado contra o Atlético de Madrid. Guarin esteve ofensivamente activo. E na frente de ataque houve presença. Mas ninguém trabalhou. Foi figura de corpo presente.
No final temos um empate a zero que dá possibilidade a todas as equipas de se qualificarem. Será que era este tipo de emoção que se pretendia desta competição? Gostaria de saber qual é o rendimento financeiro que obtemos com a participação nesta taça. São cálculos que nunca saberemos.
Uma nota final para Sérgio Oliveira. Todos nós temos esperança que da formação do FCP saia um jogador capaz de tornar o Projecto Visão 611 um sucesso. Eu tenho esperança que Sérgio Oliveira seja esse jogador.
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